quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Fresquinho

  
Depois do calor (do fogo), o frio (da água gelada).
Chicago, USA, terça-feira. Após um incêndio num armazém no sul de Chicago o spray da água utilizada no combate ao incêndio deixou este cenário gélido à sua volta.
  

Foto: John Gress / Reuters
 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Foi Natal

 
O Natal já lá vai, as carteiras ficaram mais vazias mas em contrapartida os corações mais cheios. É esta a lei do mercado comum em que vivemos.
Houve carteiras que permaneceram iguais, vazias já se encontravam, mas muitos corações mesmo sem prendas para dar continuam sempre cheios. Cheios de Amor que sempre dão sem nada pedir em troca. E esse Amor vale mais que milhões de prendas que só e apenas o dinheiro pode comprar.
O Amor não se compra, nem se vende. Dá-se! E quanto mais se dá mais ricos ficamos.
Natal é quando o Homem quiser, diz o poeta. Seria bom que o Homem quisesse que todos os dias fossem dias de Natal. Seriamos todos seguramente mais ricos!
Do primeiro número deste ano do boletim paroquial de Quintos – O Sino – retirámos este texto de autoria de José Rosa Costa:

Foi Natal!
  
Celebrámos, mais uma vez, a primeira vinda de Jesus à Terra. Ele veio para estar connosco em cada uma das nossas situações. Veio para viver entre nós e em cada um de nós; veio para preencher as distâncias que nos dividem e separam; veio para nos conciliar com Ele e entre nós. Deus entrou na história da humanidade para tocar à porta de cada ser humano, para oferecer aos indivíduos, às famílias e aos povos o dom da fraternidade, da concórdia e da paz. O Senhor Jesus veio ao nosso mundo para partilhar connosco a vida de Deus. Ele deseja mostrar-nos um caminho novo que nos permita a liberdade e a confiança suficientes para nos abrirmos ao mistério de Deus, à salvação que vem do seu amor.
O Natal nasce deste desejo de Deus de haver uma relação muito pessoal e confiante entre Ele e quem Ele criou. Deus deseja, assim, definitivamente morar entre nós. O Natal não é apenas uma Boa Notícia, mas a revelação de Deus e oferta do seu amor que quer tocar e mudar vidas.
Ao acolher Jesus, aprendemos a entrar em sintonia e a permanecer com Ele.
 
Diácono José da Rosa Costa in O Sino janeiro de 2013
 

sábado, 12 de janeiro de 2013

Aquecimento no gelo

  
Membros de um  grupo de natação de inverno efetuavam ontem exercícios de aquecimento antes de mergulharem nas águas gélidas do rio Yenisei em Divnogorsk, Rússia.
O termómetro indicava -17º Celsius.

  
Foto: Ilya Naymushin / Reuters
 

sábado, 5 de janeiro de 2013

Voando sobre Innsbruck

  
O esquiador norueguês Anders Jacobsen num salto, na passada quinta-feira, a contar para o campeonato mundial de saltos de esqui que decorre em Innsbruck, Áustria.
  
Foto: Lars Baron / Bongarts / Getty Images
 

sábado, 29 de dezembro de 2012

Ora toma!

 
Festa dos enfarinhados em Ibi, Alicante, Espanha.
Há mais de 200 anos que anualmente a 28 de dezembro se celebra nesta cidade espanhola o Dia dos Santos Inocentes.
Esta tradição simboliza, para uns, a guerra pela tomada do poder da cidade de Ibi.
Celebra-se atirando ovos e farinha uns aos outros e arrecadam dinheiro para instituições sociais.

 
Photo: European Pressphoto Agency
 

sábado, 22 de dezembro de 2012

Sombras

 
Uma forma diferente de ver sombras.
Na passada quinta-feira Kyung-Hoon fotografou transeuntes que passavam junto à sede do Banco do Japão em Tóquio.

 
Photo: Kim Kyung-Hoon / Reuters

 

sábado, 15 de dezembro de 2012

O sagrado e o profano

 
O Natal é uma data sagrada que se institucionalizou celebrar a 25 de dezembro. Celebra (para os mais distraídos) o nascimento de Jesus.
Há várias formas de comemorar este acontecimento tão importante na vida dos cristãos, entre elas, a oração, o arrependimento, a caridade. Para se ser um bom cristão, um verdadeiro cristão, não podemos praticar estes atos apenas por ocasião do Natal, mas SEMPRE! Todos os dias.
Uma forma de celebrar o Natal é, também, a construção do Presépio. Modesto ou mais artístico fica sempre bem no lar de um cristão. Mas substitui-lo pela árvore de natal é que não! A árvore de natal, tal como o pai natal são símbolos tipicamente profanos. Não são símbolos anticristo, mas não substituem nunca o Presépio.
É sobre esta temática, Presépio versus árvore de natal, que transcrevemos a nota do senhor diácono José Rosa Costa publicada no último número do boletim paroquial de Quintos «O Sino»:
 
Presépio

O Presépio é em cada Natal o símbolo da gruta onde nasceu o Menino Jesus, constituído pelas três figuras principais, Jesus, Maria e José.
Contudo, tem-se vindo a verificar que nalguns lares cristãos o Presépio é substituído pela figura do pai natal e a árvore de natal. Afinal como pode ser celebrada uma festa de anos sem que esteja presente a figura do aniversariante?!
Na casa do cristão pode haver árvore e pai natal, mas que acima de tudo e em lugar destacado, esteja o Presépio, sem o qual o Natal não está simbolizado.
Deixamos a sugestão aos lares cristãos da aldeia: «faça o Presépio em sua casa, lembre-se que se Jesus não tivesse nascido não havia Natal. Ele, e só Ele, é o grande motivo do nosso Natal».

Diácono José Rosa Costa, in «O Sino» dezembro 2012

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

O Espírito do Natal

 
O Natal aproxima-se. Apesar da crise económica que atravessamos continuamos a apostar mais nos bens materiais que nos espirituais. Está-se a gastar menos, é evidente, não por sermos mais responsáveis, mas apenas porque o dinheiro está a escassear... Para a maioria.
Natal não é sinónimo de despesismo, de correria às lojas para comprar aquelas prendinhas para dar a familiares, a amigos e conhecidos. Transformámos o Natal numa feira de vaidades e esquecemos que nesse dia se celebra o nascimento de Jesus Cristo.
O boletim paroquial de Quintos O Sino publica na página 3 da sua edição deste mês, um artigo de autoria do senhor diácono José Rosa Costa sobre esta matéria, que, com a devida vénia, transcrevemos:
 
O Espírito do Natal

O verdadeiro significado do Natal tem de estar bem presente na nossa lembrança. Sem a ternura desta recordação, toda a comemoração perde o seu valor para tornar-se uma mera celebração material. A troca de presentes, a alegria das visitas e das ceias de Natal são positivas na medida em que refletem a alegria espiritual desta lembrança da vida e obra de Jesus. Porém, é necessário muito cuidado para que a comemoração não oculte o objetivo principal desta data, para que o júbilo e a alegria tenham raízes no espírito e não na matéria.
É preciso lembrar que o Natal comemora o nascimento de uma Revelação de Deus à humanidade, na pessoa de Jesus. A celebração deve ser por causa desta dádiva, pelos ensinamentos que chegaram aos homens e que podem encher a vida de significado e o mundo de paz.
Se o Natal for motivo de uma real introspeção e verdadeiro espírito de fé, então o seu significado irá iluminar o mundo. Mas se as palavras de paz e fraternidade, de amor e equidade não forem postas em prática, na vida de cada um de nós e na sociedade, então estará diluído o espírito do Natal e será motivo de não o vivermos segundo a vontade de Deus.
Então, que o amor de Deus seja a celebração do Natal. Que o renascer da fé seja o seu fruto. É neste contexto que tem de ser vivido, particularmente pelos cristãos e, de um modo especial, nos seus lares.
 
Feliz e Santo Natal, e abençoado Ano Novo, são os votos sinceros do pároco e do diácono para todos os paroquianos.
 
Diácono José Rosa Costa, O Sino de dezembro de 2012
 

domingo, 9 de dezembro de 2012

Exterminar! É a ordem

 
Exterminar é a palavra de ordem de Israel. Há que exterminá-los (os palestinianos) e vão conseguindo, suavemente.
Na fotografia vê-se um homem palestiniano a recuperar livros dos escombros de uma mesquita na passada terça-feira. A mesquita, situada em Yatta, perto de Hebron, Cisjordânia (em território da Palestina) foi destruída por tratores do exército israelita. Segundo os media de Israel o motivo para a destruição é que a mesquita tinha sido construída sem licença (de Israel).
Mais palavras para quê...
 
Photo: Abed al Hashlamoun / European Pressphoto Agency
 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Flamejantes

 
Zachary Key e seu pai, Jimmy Key, aguardavam no passado domingo pelo jogo de futebol entre a sua equipa, Tennessee Titans, e os Houston Texans, em Nashville. Os texanos venceram por 24-10.
 
Photo: Harrison McClary / Reuters