A brincar também se dizem coisas sérias.
O cartoon é uma Arte de dizer, com humor, coisas que mil palavras não diriam.
Não sei porquê, o humor destes dois cartoons não me fazem rir. Deixam-se, isso sim, preocupado. Muito preocupado, apesar de estar a mais de 2000 km de Portugal.
Será que a censura está de volta?
Mesmo que seja de uma forma culta e legalizada por providências cautelares, não deixa de ser censura.
A censura da outra senhora também era legal ...
Estes desenhos/cartoons foram tirados daqui, com os meus agradecimentos.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
O Sino, Boletim Paroquial de Quintos
Há menos de uma hora recebi na minha caixa de correio electrónico, digitalizado, O Sino. O nosso Boletim nº 46/2010 (III Série) referente ao mês de Janeiro.
Já lido na totalidade, escolhi para aqui publicar um texto para meditar.
Quando Fores Julgado
- Deus não te vai perguntar que tipo de carro costumavas guiar, mas vai-te perguntar quantas pessoas que necessitavam de ajuda tu transportaste.
- Deus não te vai perguntar qual o tamanho e beleza da tua casa, mas vai-te perguntar quantas pessoas ajudaste a ter uma casa para se alojar.
- Deus não te vai fazer perguntas sobre as roupas do teu armário, mas vai-te perguntar quantas pessoas ajudaste a ter com que vestir.
- Deus não te vai perguntar o montante dos teus bens materiais, mas vai-te perguntar como os usaste.
- Deus não te vai perguntar quanto dinheiro te veio parar às mãos, mas vai-te perguntar se tu comprometeste a tua honra para obtê-lo.
- Deus não te vai perguntar quantas promoções recebeste, mas vai-te perguntar de que forma tu ajudaste a promover os outros.
- Deus não te vai perguntar quantos amigos tinhas, mas vai-te perguntar para quantas pessoas foste amigo.
- Deus não te vai perguntar o que fizeste para proteger os teus direitos, mas vai-te perguntar o que fizeste para garantir o direito dos outros.
- Deus não te vai perguntar se as pessoas gostavam de ti, mas vai-te perguntar se gostavas delas.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
O Mercenário Tomé
Não vou comentar a demência de um homem que já foi oficial do exército português.
Confundir as Forças Armadas Portuguesas com um grupelho de legionários é uma vergonha. Não para esse antigo militar, mas para todos nós que temos não só Orgulho, como Honra de Servir Portugal!
São pessoas destas que envergonham a nossa Classe.
Passo a transcrever o post publicado no blogue Posts de Pescada com o título:
Quem vai à guerra
O ex-major Mário Tomé classifica os “nossos rapazes” que vão para o Afeganistão de “mercenários”. «Vão ganhar mais dinheiro por irem para o Afeganistão. Oferecem-se. No outro dia vi um sargento que era a quinta vez que ia para uma missão», disse o major, assegurando não ter dúvidas em qualificar este tipo de participações: «São mercenárias. Até porque não têm nada a ver com os nossos interesses, de Portugal e dos portugueses».
O ex-major Tomé foi soldado profissional, e recebeu o seu soldo por isso. Viveu disso. Foi disso que se alimentou e à sua família. Nessa qualidade, foi para a guerra. Talvez não se tenha oferecido; mas também não disse que não. Era uma guerra injusta, como o ex-major Tomé se fartou de declarar depois. Não obstante, lutou nela. E muito bem, até porque o ex-major Tomé era um excelente soldado. E, enquanto lá esteve, recebeu mais dinheiro, porque quem lá estava recebia subvenções de campanha. Provavelmente, o ex-major Tomé mudou de opinião e renega este seu passado. Toda a gente pode mudar de opinião. Mas há que ter algum pudor neste processo.
Os soldados que vão para o Afeganistão são profissionais. E é justo que qualquer profissional – incluindo os soldados – sejam remunerados conforme o trabalho que façam, e recebam incentivos para efectuar tarefas mais exigentes. Bancários, médicos, professores, advogados, procuram trabalhos e lugares mais bem remunerados, e toda a gente acha legítimo. Porque não também os soldados, dentro dos limites éticos da profissão?
Chamar-lhes mercenários é injusto e desonesto. Um mercenário é aquele que se coloca ao serviço de qualquer senhor, desde que este lhe pague mais. Que o ex-major Tomé critique o país e os seus dirigentes, por alinharem numa guerra duvidosa, é outra conversa. Mas os nossos soldados colocaram-se ao serviço do país, como ele, ex-major Tomé, fez um dia. Não estão no mercado, à disposição de um qualquer condottiere. Recebem dinheiro por isso? Ainda bem. Era muito pior que fossem para lá de graça, e à força – como acontecia a muitos dos homens que o ex-major Tomé comandou no passado.
domingo, 31 de janeiro de 2010
O Melhor Post de Janeiro
O melhor post de Janeiro de 2010 é sobre virtualidades.
Poderia ter o título de A Virtualidade de Todos Nós, mas não tem.
Retrata, e bem, o mundo virtual em que todos nós – cibernautas – vivemos. Queremos fazer passar uma imagem ora fria, ora apaixonada, consoante os amores ou humores. Mas, por vezes, temos (na net) comportamentos que nos surpreendem.
Eu às vezes, durante os ócios do meu ofício, vou a um "chat" internético largar umas quantas bojardas. Não conheço lá ninguém pessoalmente, e creio que poucos se conhecem entre si. É um mundo essencialmente anónimo, onde, através de um nickname, as pessoas se interpelam, se insultam, se seduzem, se acarinham e se agridem umas às outras. Para quem leve aquilo a sério, a experiência pode ter consequências. Para quem lhe pegue como uma espécie de playstation que se liga e desliga sem mais aquelas, como é o meu caso, é simplesmente divertido. É bom não esquecer, no entanto, que por detrás de cada nickname existe um ser humano. Nem sempre nos lembramos disso.Há tempos, entrei lá e alguém me interpelou: se eu já sabia de fulano. Não, não sabia. Pois, é que fulano morrera subitamente, há uns dias atrás. Estava toda a gente transtornada. Houvera quem não tivesse dormido, ou quem não conseguisse deixar de chorar. O clima era o de um Pátio das Cantigas virtual mas, à excepção de quem dera a notícia, ninguém conhecera pessoalmente o falecido, ninguém sabia quem ele era. Era apenas um nick que de vez em quando por ali aparecia e que, se bem me lembro, soltava umas frases bonacheironas. No fundo, toda a gente chorava a morte de um perfeito desconhecido como se fosse um amigo chegado.
Provavelmente, em nenhuma outra década como na que agora começou a acabar chorámos ou rimos tanto por causa de gente que achávamos que conhecíamos. Já muito se tem falado desta virtualidade, que foi uma das grandes marcas da época: nunca tivemos tanta gente ao alcance dos dedos, nunca o mundo nos entrou tanto pela casa dentro.
Mas talvez nunca tenhamos estado tão afastados dos outros e da realidade, porque só uma parte deles - e dela - nos chega pelo monitor. E essa parte é a mais segura e asséptica: não há cheiros, nem toques, nem frio nem calor, nada nos atinge sem ser filtrado. Amamos e odiamos sem impedimentos físicos, sem as barreiras dos sentidos e daquilo que quando eu andei na catequese se chamava o "respeito humano." Somos capazes de ter centenas de amigos, porque eles nada mais nos exigem do que uns cliques no rato. E podemos ter inimigos à farta, porque não nos vão enfiar um murro entre os olhos.
No computador do seu quarto (cuja potência é largamente superior à que foi necessária para enviar os primeiros homens à Lua em 1969), qualquer puto tem hoje ao alcance da mão, em segundos, mais informação crítica sobre o mundo do que tinha nessa altura o presidente dos Estados Unidos. Mas não sabe nem quem é o primeiro-ministro do seu país. Os miúdos da geração SMS cada vez falam menos e grunhem mais. E são capazes de estar a falar uns com os outros pelo telemóvel na mesma sala, com poucos metros entre si. Não me apetece ser velho do Restelo ou tio chato para quem dantes é que era bom. Mas só um idiota achará que isto não é inquietante.
"Less is more" - menos é mais - era o lema arquitectónico de Mies van der Rohe. Eu temo que mais seja cada vez menos. Estamos ainda longe de viver em redomas, aventurando-nos cada vez menos para fora delas ao encontro de uma realidade que é desagradável, porque real. Mas já estivemos bem mais longe.
Poderia ter o título de A Virtualidade de Todos Nós, mas não tem.
Retrata, e bem, o mundo virtual em que todos nós – cibernautas – vivemos. Queremos fazer passar uma imagem ora fria, ora apaixonada, consoante os amores ou humores. Mas, por vezes, temos (na net) comportamentos que nos surpreendem.
Meditação sobre a década que hoje começou a acabar
Provavelmente, em nenhuma outra década como na que agora começou a acabar chorámos ou rimos tanto por causa de gente que achávamos que conhecíamos. Já muito se tem falado desta virtualidade, que foi uma das grandes marcas da época: nunca tivemos tanta gente ao alcance dos dedos, nunca o mundo nos entrou tanto pela casa dentro.
Mas talvez nunca tenhamos estado tão afastados dos outros e da realidade, porque só uma parte deles - e dela - nos chega pelo monitor. E essa parte é a mais segura e asséptica: não há cheiros, nem toques, nem frio nem calor, nada nos atinge sem ser filtrado. Amamos e odiamos sem impedimentos físicos, sem as barreiras dos sentidos e daquilo que quando eu andei na catequese se chamava o "respeito humano." Somos capazes de ter centenas de amigos, porque eles nada mais nos exigem do que uns cliques no rato. E podemos ter inimigos à farta, porque não nos vão enfiar um murro entre os olhos.
No computador do seu quarto (cuja potência é largamente superior à que foi necessária para enviar os primeiros homens à Lua em 1969), qualquer puto tem hoje ao alcance da mão, em segundos, mais informação crítica sobre o mundo do que tinha nessa altura o presidente dos Estados Unidos. Mas não sabe nem quem é o primeiro-ministro do seu país. Os miúdos da geração SMS cada vez falam menos e grunhem mais. E são capazes de estar a falar uns com os outros pelo telemóvel na mesma sala, com poucos metros entre si. Não me apetece ser velho do Restelo ou tio chato para quem dantes é que era bom. Mas só um idiota achará que isto não é inquietante.
"Less is more" - menos é mais - era o lema arquitectónico de Mies van der Rohe. Eu temo que mais seja cada vez menos. Estamos ainda longe de viver em redomas, aventurando-nos cada vez menos para fora delas ao encontro de uma realidade que é desagradável, porque real. Mas já estivemos bem mais longe.
Mudar de Vida
Ao longo da vida são processadas várias mudanças.
Umas melhores outras menos conseguidas. Quando são profundas chamam-se reformas.
Reforma é também um estágio da vida que se atinge após longos anos de trabalho. Eu sei que também há quem o atinja sem nunca nada ter feito, e para evitar que isso aconteça é preciso reformar o sistema.
No século passado Portugal efectuou uma mudança de vida que impressionou. Foi no dia 25 de Abril de 1974. Foi uma mudança efectuada por um punhado de Homens para contentamento de milhões!
Passados poucos meses, Portugal impressiona a Europa e o Mundo e põe em marcha uma outra mudança. Uma outra reforma. A Reforma Agrária.
Muitos corações de latifundiários estremeceram por toda a Europa com receio que Portugal fosse fonte de exemplo.
Houve excessos, houve erros, houve abusos.
Comparados com os excessos, erros e abusos cometidos pelos latifundiários e seus lacaios ao longo de tantas vidas, os cometidos durante o processo da Reforma Agrária não passaram de pequenos acidentes de percurso.
A felicidade de um Povo incomoda muita gente. Tudo se fez para que essa felicidade acabasse. E conseguiram …
35 anos depois do seu início é bom lembrar que em Portugal houve gente Honrada que lutou por um país mais justo, em que o fruto do seu trabalho não estivesse apenas nas mãos de uns quantos.
Afinal, tudo não passou de um sonho.
Um sonho lindo que acabou.
“Foi bonita a tua festa, pá ...”
Umas melhores outras menos conseguidas. Quando são profundas chamam-se reformas.
Reforma é também um estágio da vida que se atinge após longos anos de trabalho. Eu sei que também há quem o atinja sem nunca nada ter feito, e para evitar que isso aconteça é preciso reformar o sistema.
No século passado Portugal efectuou uma mudança de vida que impressionou. Foi no dia 25 de Abril de 1974. Foi uma mudança efectuada por um punhado de Homens para contentamento de milhões!
Passados poucos meses, Portugal impressiona a Europa e o Mundo e põe em marcha uma outra mudança. Uma outra reforma. A Reforma Agrária.
Muitos corações de latifundiários estremeceram por toda a Europa com receio que Portugal fosse fonte de exemplo. Muitos outros, curiosos e encantados pela bravura dos portugueses, vieram ver com seus próprios olhos a Revolução Agrária que os portugueses estavam a fazer.
Foram momentos encantadores de entrega, de luta, de bravura! Era comovente ver a alegria estampada no rosto de assalariados agrícolas que viam o produto do seu trabalho reverter para o bem comum e não, como sempre aconteceu, para o bolso de um amo e senhor. Era o fim da humilhação. Era o fim da escravidão. Era o fim do chapéu na mão a suplicar uma esmola.
Houve excessos, houve erros, houve abusos.
Comparados com os excessos, erros e abusos cometidos pelos latifundiários e seus lacaios ao longo de tantas vidas, os cometidos durante o processo da Reforma Agrária não passaram de pequenos acidentes de percurso.
A felicidade de um Povo incomoda muita gente. Tudo se fez para que essa felicidade acabasse. E conseguiram …
35 anos depois do seu início é bom lembrar que em Portugal houve gente Honrada que lutou por um país mais justo, em que o fruto do seu trabalho não estivesse apenas nas mãos de uns quantos.
Afinal, tudo não passou de um sonho.
Um sonho lindo que acabou.
“Foi bonita a tua festa, pá ...”
sábado, 30 de janeiro de 2010
A Ǝsquerda Torta
Invadir um país, destruir todas as suas infraestruturas, assassinar milhares de
pessoas, com a desculpa que o seu presidente era um ditador, é lunático.
pessoas, com a desculpa que o seu presidente era um ditador, é lunático. “Há lições que podem ser aprendidas sobre a construção de um país” é com este snobismo que Sua Excelência Tony Blair se refere à invasão do Iraque pelo Reino Unido da Grã Bretanha e seus aliados.
Como a franqueza e arrogância vêm de um homem de esquerda, a esquerda portuguesa nada diz. Assobia para o lado.
Quando alguém se insurge contra a entrada massiva de estrangeiros no seu próprio país, é – vá-se lá saber porquê! - considerado de direita ou fascista.
Os Socialistas negam o direito à auto-defesa do povo iraquiano.

Se negar legitimidade à auto-defesa é ser esquerda, eu sou, com orgulho, de Direita!
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
A Barragem de Alqueva
O cartoon do Diário do Alentejo tem sempre, ou quase sempre, um humor desconcertante.
O da semana transacta é um deles.
Os nossos parabéns ao Luca.
domingo, 24 de janeiro de 2010
A Escola com Futuro
É impossível falar de futuro sem falar de escola. É na escola que o futuro se talha. Para bem ou para mal dos nossos pecados.
Defender a laicidade da escola é tão discutível quando defender o contrário. A escola deve ser um caldo de formação, não apenas académica, mas cívica, cultural, intelectual e, já agora, religiosa.
Mas aqui levanta-se o problema: que religião?
Católica apostólica romana?
Ortodoxa?
Judaica?
Islamita?
E os extremistas (ou puristas, dependendo da perspectiva) proíbem-se com a aplicação da metodologia talibã, mas aqui com sinal contrário?
Na Rússia, no tempo de Estaline, provavelmente seriam adjectivadas como fascistas.
Adjectivos diferentes. Objectivos iguais.
D. José Policarpo, cardeal patriarca de Lisboa, dizia hoje na Universidade Católica de Lisboa que “a guerra aos símbolos religiosos é, hoje, na Europa, um sinal preocupante”.
Não sei se se estava a referir à retirada dos crucifixos das escolas portuguesas, se à proibição de construção de mesquitas na Suíça ou à proibição de uso de burka em França.
Defender a laicidade da escola é tão discutível quando defender o contrário. A escola deve ser um caldo de formação, não apenas académica, mas cívica, cultural, intelectual e, já agora, religiosa.
Mas aqui levanta-se o problema: que religião?
Católica apostólica romana?
Ortodoxa?
Judaica?
Islamita?
E os extremistas (ou puristas, dependendo da perspectiva) proíbem-se com a aplicação da metodologia talibã, mas aqui com sinal contrário?Não me estou a referir ao ensino em Portugal nem na Rússia, mas genericamente.
Em Portugal é fácil: religião católica apostólica romana. Na Rússia cristã ortodoxa.
Mas e as outras religiões? Iriam ficar caladas?
É claro que não.
Só que em Portugal a Igreja Católica cataloga-os como seitas. Curiosamente aqui na Rússia a Igreja Ortodoxa utiliza o mesmo adjectivo para todas as restantes religiões.
Em Portugal, no tempo de Salazar, provavelmente seriam adjectivadas como comunistas. Na Rússia, no tempo de Estaline, provavelmente seriam adjectivadas como fascistas.
Adjectivos diferentes. Objectivos iguais.
D. José Policarpo, cardeal patriarca de Lisboa, dizia hoje na Universidade Católica de Lisboa que “a guerra aos símbolos religiosos é, hoje, na Europa, um sinal preocupante”.
Não sei se se estava a referir à retirada dos crucifixos das escolas portuguesas, se à proibição de construção de mesquitas na Suíça ou à proibição de uso de burka em França.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Quintos
Este blogue foi iniciado por uma pessoa natural da Freguesia de Quintos, Luís T. Pouco depois juntou-se Deolinda V que, apesar de não ser de Quintos, por lá mantém familiares.
Mais tarde apareceram a Ana Valéria e o Pedro Mouravitch que não são de Quintos, nem familiares lá têm. Por último apareci eu, natural de Malanje, Angola, não conhecendo Quintos nem tão pouco Beja, capital do seu Concelho e Distrito.
Neste quadro, pouco famoso em relação ao título do blogue, as notícias e/ou informações sobre Quintos tornam-se comprometidas.
É uma situação temporária, mas urge colmatar.
É nesse sentido que me dirijo a todos os leitores deste blogue naturais e/ou residentes em Quintos que nos façam chegar notícias e informações de e sobre esta Freguesia do Baixo Alentejo. Poderão fazê-lo de forma anónima, se assim o entenderem. No entanto a administração deste blogue reserva o direito de não publicar a informação ou notícia, sem antes a confirmar, se estiver em causa o bom nome de alguém.
Se alguém de Quintos quiser ser colaborador deste blogue poderá fazê-lo dirigindo um e-mail para quintos@mail.org.
Desde já o nosso muito obrigado a todos os que nos queiram ajudar.
O Administrador
José Falcão
josefalcao.quintos@gmail.com
Mais tarde apareceram a Ana Valéria e o Pedro Mouravitch que não são de Quintos, nem familiares lá têm. Por último apareci eu, natural de Malanje, Angola, não conhecendo Quintos nem tão pouco Beja, capital do seu Concelho e Distrito.É uma situação temporária, mas urge colmatar.
É nesse sentido que me dirijo a todos os leitores deste blogue naturais e/ou residentes em Quintos que nos façam chegar notícias e informações de e sobre esta Freguesia do Baixo Alentejo. Poderão fazê-lo de forma anónima, se assim o entenderem. No entanto a administração deste blogue reserva o direito de não publicar a informação ou notícia, sem antes a confirmar, se estiver em causa o bom nome de alguém.
Se alguém de Quintos quiser ser colaborador deste blogue poderá fazê-lo dirigindo um e-mail para quintos@mail.org.
Desde já o nosso muito obrigado a todos os que nos queiram ajudar.
O Administrador
José Falcão
josefalcao.quintos@gmail.com
sábado, 16 de janeiro de 2010
O Mérito
Todos nós gostamos de ser escolhidos para desempenhar uma função, seja ela qual for, por mérito. Pela competência, saber e aptidão que possuímos para esse cargo.
Julgava eu até ontem (15 de Janeiro) que todos nós pensávamos assim. Pelo menos publicamente!
O Dr. Vítor Constâncio disse que o lugar a que se candidata, vice-presidência do Banco Central Europeu, não é escolhido por mérito.
Cada um tem o seu preço.
Eu jamais me candidataria a um lugar, fosse qual fosse, em que a escolha fosse atribuída não por mérito, mas por cunha, arranjinho, jogo sujo, etc.
Mesmo que, por puro eufemismo, se dissesse que era por negociação.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





