Barbilho
para chibos – Utensílio a ser introduzido na boca dos chibos e a
ser atado com um cordel, atrás das orelhas. Assim se evita que eles
mamem até a mãe ser ordenhada. Depois retira-se para eles mamarem e
volta a ser colocado. Deste modo, os pastores conseguem ter sempre
leite para fabricar queijos.
Via:
Do tempo da Outra Senhoraquinta-feira, 1 de agosto de 2019
quarta-feira, 31 de julho de 2019
Recordar Outros Tempos
Cesto
de Asas – Cesto usado em viagens, no transporte de compras ou de
merendas. Com duas asas, uma em cada uma das tampas, as quais durante
o uso permanecem fechadas por ação de um pauzinho que as une. Em
vime, pintado de vermelho.
segunda-feira, 29 de julho de 2019
Amazónia a saque
Mineiros
ilegais matam líderes indígenas, enquanto o desmatamento aumenta no
Brasil.
Numa
invasão na semana passada do território protegido da Amazónia,
vários mineiros armados e vestidos como militares esfaquearam pelo
menos um líder da comunidade Wayampi até a morte, de acordo com
autoridades.
Ultimamente,
mais incursões ilegais nos territórios protegidos foram relatadas,
enquanto as vigilâncias ambientais da floresta da Amazónia
brasileira foram reduzidas pelo governo de Jair Bolsonaro. Até
agora, este ano, houve um forte aumento do desmatamento na maior
floresta tropical do mundo, considerada o pulmão do planeta. A parte
brasileira da Amazónia perdeu mais de 3400 km² de cobertura
florestal desde que Bolsonaro assumiu o governo em janeiro.
-
Texto
e Foto via The New York Times
sexta-feira, 26 de julho de 2019
Formar Crianças
A
infância na Holanda é baseada na ideia de que as crianças devem
aprender desde cedo a não depender muito dos pais, e que os pais
devem aprender logo a deixar que as crianças vejam como resolver
os seus próprios problemas. Daí surge um rito a que muitos holandeses
recorrem com carinho, por mais estranho que possa parecer: deixar as crianças
numa floresta durante a noite, de onde devem conseguir encontrar o seu
caminho de casa a pé e com recurso a tecnologia mínima.
É
uma tradição holandesa de exploração do meio que nos rodeia
conhecida como «dropping», na qual grupos de crianças, geralmente
pré-adolescentes, são deixados na floresta, com a expectativa de
que eles encontrarão o caminho de volta para sua base. A ideia é
desafiadora mas, na maioria dos casos as crianças conseguem
encontrar a sua base passadas poucas horas.
Este
desafio está inspirado, mas não muito rigorosamente, em exercícios
militares. Neste caso os adultos seguem as equipas das crianças a
distância relativa, mas recusam-se a orientá-las, embora possam
deixar notas enigmáticas como pistas. Para dificultar, os
organizadores às vezes até cobrem os olhos das crianças no caminho
para onde serão deixadas, ou dirigem várias vezes em círculos para
confundir seu sentido de direção/orientação. Outras vezes,
escondem-se no mato e fazem barulhos como os de um javali, por
exemplo. Se isso parece loucura para si, é porque você não é
holandês.
Texto e fotos via The New York Times, 25/07/2019
terça-feira, 16 de julho de 2019
A Perfeição
Tentar
a perfeição é uma boa maneira de melhorar nossos processos
criativos e de trabalho, mas se isso nos impedir de concluir tarefas,
então algo está muito errado.
Fazer
as coisas (seja uma decisão a que se tenha que tomar, seja um
projeto que tenha que ser feito) vai deixá-lo mais satisfeito do que
preocupá-lo pela perfeição.
"Devemos
ter em mente que todas as mudanças que fazemos numa criação não
melhoram mais, mas simplesmente a tornam diferente (e às vezes
pior)", escreveu o psicólogo Alex Lickerman em Psychology
Today.
Então,
afinal, Voltaire estava certo quando disse que "o ótimo é o
inimigo do bom".
Resumindo,
faça o que tem que ser feito, mas não pense muito porque, quanto
mais se pensa mais erramos (digo eu).
Desenho:
Rose Wong
Via:
The New York Times
Polilon
- Menina, que polos conhece?
- Polo norte, polo sul e polilon, senhor professor.
- Polilon?!
- Polilon são os fechos de correr que a mamã usa. A mamã e as outras senhoras.
Publicidade
aos fechos de correr da marca Polilon imortalizada pelos Parodiantes de
Lisboa.
Este
fecho da foto, confesso, não sei se é da Polilon, mas que está bem
conseguido, lá isso está!
terça-feira, 18 de junho de 2019
Faça uma pausa no seu dia ...
![]() |
|
Foto: Pause Your Day
|
Com tantas
exigências do trabalho, do lar e da família, parece que não há
horas suficientes no dia para si. Por que não fazer uma pausa de vez
em quando, ler a sua revista favorita e colocar um pequeno oásis no
seu dia.
Fazer uma pausa é
bom para a sua mente e o seu corpo. Parar um pouco a sua rotina
diária refresca sua mente e reabastece a sua energia.
Este texto foi
retirado da página da Associação de Editores Profissionais do Reino Unido tem caráter
publicitário, mas é uma grande verdade.
quarta-feira, 12 de junho de 2019
A vida secreta de um vampiro
A cena ocorre em Galápagos, Equador.
Não, não é nenhum humano, é um pássaro. Tentilhão (Geospiza difficilis septentrionalis), de seu nome.
O tentilhão Geospiza septentrionalis das ilhas Galápagos é um exemplo de evolução: se não encontra sementes ou insetos para comer, com o seu bico extrai sangue de outras aves para se alimentar.
Jaime Chaves, da Universidade de San Francisco em Quito, e Daniel Baldassare, um biólogo pesquisador, analisam se os tentilhões desenvolveram alguma proteína com efeito analgésico ou anticoagulante do tipo que os morcegos vampiros usam quando picam.
"Testemunhar esse comportamento único é uma das coisas mais gratificantes para um cientista", disse Chaves.
Via: The New York Times 11/06/2019
Foto: Jaime Chaves
Não, não é nenhum humano, é um pássaro. Tentilhão (Geospiza difficilis septentrionalis), de seu nome.
O tentilhão Geospiza septentrionalis das ilhas Galápagos é um exemplo de evolução: se não encontra sementes ou insetos para comer, com o seu bico extrai sangue de outras aves para se alimentar.
Jaime Chaves, da Universidade de San Francisco em Quito, e Daniel Baldassare, um biólogo pesquisador, analisam se os tentilhões desenvolveram alguma proteína com efeito analgésico ou anticoagulante do tipo que os morcegos vampiros usam quando picam.
"Testemunhar esse comportamento único é uma das coisas mais gratificantes para um cientista", disse Chaves.
Via: The New York Times 11/06/2019
Foto: Jaime Chaves
segunda-feira, 1 de abril de 2019
Javardice
Falta de asseio;
acumulação de sujidade; porcaria. São exemplos.
Todos nós metemos,
mais do que deveríamos, o pé na poça. Há cargos públicos que
exercemos (presente do indicativo ou pretérito perfeito) que nos
“proíbem” esse tipo de deslize, a diplomacia é um deles.
Há dias um
embaixador português apelidou de javardo um treinador de futebol.
Reconheceu, depois, que foi exagerado. Um diplomata nunca pode
exagerar.
Uma antiga diplomata
portuguesa anda por aí a defender com unhas e dentes um pirata
informático. Não questiono o que ele sabe sobre os podres do
sistema futebolístico de Portugal e arredores. Há entidades
(judiciais e policiais) que têm o dever e obrigação de investigar
estes casos, de uma forma legal.
Defender um pirata
que conseguiu informação de uma forma ilícita é como defender o
uso tortura para obter a confissão que nos interessa.
sábado, 16 de fevereiro de 2019
Pobreza versus saúde
Para que conste, e
sem outro tipo de comentário, aqui Vos deixo um pequeno excerto da
entrevista de Francisco George ao Diário do Alentejo (15/02/2019):
«Mas se existem
fatores individuais, como o fumo, alimentação desequilibrada ou a
falta de exercício físico, há um que é “determinante” para a
saúde ou para a doença: a pobreza.
A pobreza é,
comprovadamente, geradora de desigualdades e cava um fosso entre as
famílias com mais e menos rendimentos, de tal forma que as doenças,
a incapacidade e a demência surgem 15 anos antes nas famílias mais
pobres quando comparadas com outras de mais rendimento.»
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