quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Como lidar com um aluno problemático


  
Para ler e refletir. Texto de João André Costa no Público de hoje.
«A culpa do mau comportamento nas escolas não é das crianças, nunca foi, não será e não pode ser. A culpa é nossa, dos adultos, a começar pelos pais e familiares mais próximos e a acabar nos professores e na escola.»

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Turismo radical

Foto: Owen Humphreys | PA Wire

Para quem gosta de emoções fortes e com sangue muito frio, recomendo um cruzeiro destes. A imagem retrata o MS Princess Seaways da empresa dinamarquesa DFDS a entrar no rio Tyne, a nordeste de Inglaterra, com uma agitação marítima de pôr os cabelos em pé!

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Os Ditadores


Esperemos que esta "moda" que escreve Martha Cecilia Rosero no The New York Times não se generalize «Antigamente os ditadores imponham-se. Hoje somos nós que os elegemos!».

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Halloween exagerado


Este motorista levou longe de mais o seu gosto pelo Halloween.
Foi filmado na 101 Freeway, perto de Los Angeles, com o carro coberto de sangue e partes de um corpo humano, assemelhando acidente horrível.
Pode ver o vídeo aqui.
Fonte: New York Post, 29-10-2018

 

domingo, 21 de outubro de 2018

Ser juiz


Foto: Lawyers Weekly

Adoram julgar os outros e, cereja em cima do bolo, sentenciá-los. Gravemente, de preferência.
Será que as pessoas nas redes sociais (na vida real já não se comprometem tanto) não têm noção do ridículo?
Proferem sentenças sem qualquer fundamento jurídico sustentadas apenas e só no achismo, mas, pior que isso, quando a decisão judicial não vai de encontro (normalmente) à sua sentença é porque os juizes são incompetentes.
Ser juiz é muito mais do que isso. Parafraseando e adaptando o poema da célebre alentejana Florbela:
«Ser “juiz” é ser mais alto, é ser maior
do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!»

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Vida selvagem


Algumas fotos a concurso para o prémio de melhor foto cómica de vida selvagem deste ano.
São uma delícia!

Three bears up a tree | Valtteri Mulkahainen

Bear on drive safe sign | Jonathan Irish

Rhino with peacock backside | Kallol Mukherjee

Squirrel saying STOP | Mary McGowan
 

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

O populismo



Nesta década que está a findar tivemos (e mantém-se) um caso gritante de populismo, Donald Trump. Para nos abanar a consciência outro se perfila, Jair Bolsonaro.
Apelidar de burros americanos ou brasileiros é, honestamente, leviano. Se fossemos saber ao certo o que é que muitos portugueses têm a dizer sobre alguns dos pontos mais polémicos das ideias de Bolsonaro perceberíamos que são muitos, muitos mesmo, os que se identificam, os que pensam que algumas coisas “até fazem sentido”, os que não teriam coragem de, cara a cara, dizer o que efetivamente pensam com medo do politicamente incorreto, mas concordariam com as atrocidades que o candidato fascista brasileiro diz e defende.
Bom, então porque é que em Portugal quem defende ideias de extrema-direita tem sempre resultados inexpressivos? Porque a essas pessoas falta aquilo que Bolsonaro ou Trump têm de sobra: fatos caros e vistosos, discursos que pretendem unicamente dizer aquilo que as pessoas querem ouvir, com soluções simples e populistas para problemas sérios e complexos, e umas caras de pau do tamanho do mundo para conseguirem dizer tudo como os malucos com o ar mais sério do mundo. E isso, em política, vale muito, muitos votos, muito apoio silencioso.
Fonte: Ricardo M Pereira | Magg 12-10-2018

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Uns míseros trocos



Há cerca de cinco anos a República Popular da China desenvolveu um plano para obter uma maior influência global, mediante o financiamento de grandes projetos na Ásia, Europa do leste e África.
Com essa cartada conseguiu um importante posicionamento global na disputa com os EUA em áreas primordiais como são a economia, o desenvolvimento tecnológico e a política internacional.
Na passada semana, tentando contrariar a cada vez maior influência chinesa, Donald Trump aprovou um pacote de 60 000 000 000 (sessenta mil milhões!) de dólares para financiar projetos de infraestruturas em África, Ásia e América Latina com o objetivo de bloquear as ambições expansionistas de Pequim.
Fonte: New York Times 15-10-2018

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

‘Tá tudo preso!

Foto: David Swanson | The Inquirer

Adoramos que alguém, mesmo que apenas indiciado de um crime, vá preso. É a justiça a funcionar, seja esse alguém culpado ou não, porque, a nossa sentença está sempre protegida pela máxima demolidora que “não há fumo sem fogo”.
Partindo do princípio que “a execução da pena de prisão, servindo a defesa da sociedade e prevenindo a prática de crimes, deve orientar-se no sentido de reintegração social do recluso, preparando-o para conduzir a sua vida de modo socialmente responsável, sem cometer crimes” o melhor local para o criminoso é a cadeia… ou não.
Sem mais delongas e com a devida vénia um excerto do belo texto de José Lúcio, juiz Presidente da Comarca de Beja no LN:
«Se atentarmos nas reclamações que explodem diariamente nos meios de comunicação social e nas redes sociais – vejam-se as caixas de comentários – somos levados a pensar que meio país só ficava satisfeito depois de conseguir prender outro meio. E como o sentimento dessas metades é inevitavelmente recíproco, não se descortina ninguém insuspeito para ficar do lado de fora guardando a multidão de presos.
O júbilo com que é acolhida a notícia de que alguém foi para a cadeia e a imensa frustração com que são recebidas as notícias referindo alguém que não foi, a ânsia e a aspiração exuberante a mais e mais prisões, parecem naturalmente intrigantes. Esta devoção pela cadeia, ou crença ingénua de que as prisões em massa podem resolver problemas sociais de diversa ordem, devem ser algo de novo, próprio da nossa época e sociedade.
(…)
Olhe-se para o exemplo americano e aí sim constata-se uma taxa de encarceramento impressionante. Presos aos milhões. Todavia, temos que perguntar pelos resultados. A sociedade americana é mais segura, pacífica e tranquila do que a nossa? Existem menos assaltos, menos tiroteios, menos homicídios? Quais foram os resultados dessa política? Quem souber responder que responda.»

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Crescer bem, envelhecer melhor


Qual é o segredo para envelhecer bem? Os especialistas indicam que o melhor é estar satisfeito: aceitar que o avanço da idade é apenas mais uma etapa para poder lidar melhor com o que surge à medida que nos aproximamos da velhice.
O exercício físico (caminhadas, natação, etc) assim como o exercício mental (leitura, jogos de paciência, etc) são excelentes contributos para nos manter o mais em forma possível. Mas a melhor forma de responder ao envelhecimento não está no ginásio, está na sua (nossa) mente.
Imagem: Robert Nicol
Texto adaptado de The New York Times 08-10-2018