quarta-feira, 12 de outubro de 2016

As galáxias também se abatem


Samsung Galaxy Note 7 RIP.
Matt no The Daily Telegraph de hoje ironiza assim.


 

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Leite de vaca... sem vaca


Modernices! Diria a minha avó se fosse viva.
Uma jovem empresa norte americana fabrica em laboratório um leite sintético a partir de leveduras que tem - dizem - exatamente o mesmo gosto que o leite original da vaquinha. Este produto será comercializado nos Estados Unidos a partir de finais de 2017, prevendo esta start-up americana passar seguidamente para o fabrico de queijos e iogurtes utilizando o mesmo processo.

Muro ecológico


Há muros que são uma vergonha, este não.
Trata-se de um cinturão de árvores - com cerca de 15 km de largura e 7.775 km de comprimento - que cruzará todo o continente africano, desde a Mauritânia até Djibuti e tem como objetivo travar o avanço do deserto do Saara.
Começou a ser construído em 2008 e deverá estar concluído dentro de 20 anos. Nessa altura a nova floresta cobrirá uma área de 11.662.500 hectares.
Segundo um estudo da FAO, os onze países implicados na construção da muralha verde — Burquina Faso, Djibuti, Eritreia, Etiópia, Mali, Mauritânia, Níger, Nigéria, Senegal, Sudão e Chade — perdem uma média de 1.712 milhões de hectares de floresta por ano, o equivalente à área de 34 Espanhas.
O projeto é ambicioso, mas conta já com o apoio das Nações Unidas, da União Africana e do Banco Mundial, que se comprometeu a financiar o projeto com 2.000 milhões de dólares.
O maior obstáculo do ambicioso projeto poderá ser a instabilidade política. É que este muro ecológico pretende cruzar o Níger, o Sudão, Mali e Chade, países com grupos armados e organizações terroristas, que impedem a entrada de estrangeiros.
"Nem todas as comunidades vão entender o valor das árvores“, adverte a analista política Mary Harper. Em lugares como a Somália, de onde vem a maioria da população que vivem abaixo da linha da pobreza, “a nova floresta pode rapidamente transformar-se em lenha e carvão“.

 

sábado, 8 de outubro de 2016

A discussão


Há por aí um alvoroço com a Rural Beja de 2016 sobre o qual me quero pronunciar. Os atiradores são os do costume e o alvo também.
Dizem algumas mentes que deveriam contratar empresas da região e não de Ponte de Lima para a produção do evento. Não sei se estas mentes se estão a referir à nóbel Cocas Produções, Unipessoal, Lda. E porquê esta? Bom, a resposta é demasiado óbvia com uma pergunta demolidora: E por que não esta? O resto não interessa.
Estamos perante uma análise pura e simples de política. Política partidária ignóbil. Não está em causa mérito ou demérito, gasto ou poupança.
Se a empresa a quem foi adjudicada a prestação de serviço tem mérito ou não, se se está a gastar rios de dinheiros em vão ou não, são pormenores de pouca ou nenhuma valia, são apenas e só combustível para a fogueira das vaidades ou da hipocrisia.
Aplica-se aqui o velho adágio muito em uso em Quintos, “Eu não quero saber quem tem razão, eu quero é discutir”.
Triste discussão, digo eu.
Como dizia Joseph Joubert, ensaísta francês (1754-1824) “O objetivo da argumentação ou discussão, não deve ser a vitória, mas o progresso”.

 

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Furacão


Nós (europeus) estamos livres destes fenómenos meteorológicos. Dizem os físicos que se a Terra girasse ao contrário seríamos nós o alvo dos ditos e o continente americano poupado.
Mas é assim que a Terra gira (não vou dizer que é assim que a Terra é gira para não ferir suscetibilidades).
Na imagem clientes do WalMart em Kissimmee, Florida, ontem em reabastecimento e observando as prateleiras de pão vazias.

Foto: Gregg Newton | AFP | Getty Images
 

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Like? Never!


Se for polícia nunca coloque um “like” numa mensagem em que as qualidades e/ou virtudes do seu superior são colocadas em causa.
É proibido.
Escrevia ontem Rosa Ramos no JN que «um oficial e dois agentes da PSP estão a ser alvos de processos disciplinares por terem feito um “like” na rede social facebook. O caso ainda não está encerrado porque os polícias recorreram da decisão, mas o Núcleo de Deontologia e Disciplina da PSP já proferiu a acusação e entende que deverão mesmo ser castigados.
A história passou-se em maio de 2015, quando o jornal "Observador" partilhou uma notícia sobre o Corpo de Segurança Pessoal (CSP) da PSP no seu perfil de Facebook. Um leitor, que se identificou como "Manuel Carlos", escreveu um comentário ao post, começando por elogiar o trabalho dos agentes do CSP. Mas tecendo, logo a seguir, duras críticas à adjunta do comandante do Corpo de Segurança Pessoal...»
Todos sabemos como se atribuem “likes” - muitos, muitos mesmo – por simpatia, amizade, exibicionismo, sem lermos sequer o que lá está escrito. Não sei se foi o caso, mas acredito que os autores do “like” em questão leram o texto.
À luz do Direito um castigo com base nestes pressupostos não é apenas uma aberração jurídica, é crime!



domingo, 18 de setembro de 2016

Um apelo

Não é nosso hábito, mas abrimos uma exceção.
Não conheço o Diogo, mas conheço seu pai - Manuel Venes - que é natural de Quintos.

Oxalá o dador apareça a tempo de salvar a Vida do Diogo.


terça-feira, 6 de setembro de 2016

Mãe!!! Tou aqui!!!


Seria este o grito de contentamento que, se pudesse, daria a amiga Philae no passado dia 2 quando foi casualmente encontrada pela sonda Rosetta. Estava incomunicável há mais de um ano, perdida na escuridão do cometa Churyumov-Gerasimenko. 
Fonte: ESA




Pingue-pongue


Pingue-pongue é um jogo inventado no século XIX em Inglaterra. Mais tarde, após se tornar uma marca registada, na Europa mudou o nome para ténis de mesa, sendo o nome pingue-pongue usado apenas no jogo de fins recreativos (fonte Wikipédia).
Nos dias que correm serve até para atribuir o direito a visto de entrada no Reino Unido, como satiriza o Matt no Daily Telegraph de hoje.