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| Polícia na Avenida West Florissant, Saint Louis, Missouri, USA. Foto: Jewel Samad / AFP / Getty Images |
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Sem Palavras
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Mar Morto
A excessiva quantidade de sal e a quase ausência de vida nas suas águas deu nome ao lago de água salgada do médio oriente.
Bem mais próximo de nós existe um mar, este sim um mar, cheio de vida marinha e de esperança - muita! - de quem o atravessa vindo de além mar. Gente que traz uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma, mas a cabeça e coração cheios de sonhos, idílicos. Este mar que por norma é calmo, está a tornar-se tormentoso. Está a tornar-se num autêntico Mar de Mortos. Só este ano já nele perderam a vida mais de 1500 pessoas que sonharam ter um dia uma vida melhor.
Venderam tudo, tudo hipotecaram - o que tinham e não tinham - para comprar a agiotas, terroristas, gananciosos sem escrúpulos uma passagem para o paraíso.
Foi um sonho lindo que acabou mal tinha começado.
domingo, 19 de abril de 2015
Erection? Yes!
Os jogos de letras para formar palavras quando geradas aleatoriamente sem censura prévia podem pregar-nos partidas.
Que o diga Rachel Annabelle Riley a bonita apresentadora no Channel 4 do programa Countdown (desconheço se existe em Portugal e qual o seu nome).
Só pode ficar com um sorriso amarelo, a condizer com o vestido...
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| Foto: Channel 4 / PA |
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Linda, de facto
É a representação de uma jovem mulher a dormir e Linda é seu nome. Trata-se de uma escultura em polivinil adquirida pelo Museu de Arte de Denver em 1984.
Poucas são as vezes que esta escultura tem estado exposta dada a fragilidade do material em que é feita (alta sensibilidade à luz).
Há seis anos que não era exposta, encontrando-se agora em exposição no Edifício Hamilton em Denver, até ao próximo dia 21 de junho.
O seu autor John De Andrea, escultor natural e residente em Denver, Colorado, EUA, tornou-se célebre pela expressividade e realismo que dá aos seus trabalhos - em especial o nu feminino - em polivinil, plástico e fibra de vidro.
Ontem, na Denver Post TV, Ray Mark Rinaldi fala sobre esta obra de Arte.
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| Foto: Denver Art Museum |
Advogado do diabo
Não é fácil - nada fácil! - defender (ou representar, como um comentador deste artigo disse, e bem) um arguido de um processo-crime hediondo. É bem mais fácil defender uma vítima de crime.
Não me refiro apenas ao processo em si, mas às alterações que provoca a nível psíquico e emocional no próprio advogado por mais "calejado" que ele seja. Já para não falar no julgamento em praça pública do próprio advogado, por quem não tem respeito nem conhecimento da Lei. Para esses "juízes" todo o arguido acusado de um crime dessa natureza (hedionda, seja lá o que isso for) deveria ser imediatamente eliminado, à semelhança do que se fazia há 200 ou 300 anos atrás. E o assunto ficava resolvido. Ou não.
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| Foto: João Santos |
terça-feira, 14 de abril de 2015
Fatura da sorte dá mais Prémios!
É notícia de última hora da sempre bem colocada Imprensa Falsa:
«O concurso Fatura da Sorte alargou a sua lista de prémios. Agora, para além do Audi, o contribuinte fica também habilitado a ganhar as dívidas do estabelecimento onde pediu fatura.»
Estes governantes não param de nos surpreender, são uma gracinha!
Com licença!
domingo, 12 de abril de 2015
Nada mais havendo a acrescentar... Há que refletir
Refletir, é o convite que nos faz este texto magistralmente escrito por Vítor Encarnação na sua crónica desta semana no Diário do Alentejo:
«A data da morte
Pai, não seria melhor se soubéssemos a data da nossa morte logo quando nascemos?
A certidão de nascimento podia ter também uma declaração de longevidade com dia e hora marcada. E quando fôssemos tirar o cartão de cidadão, ao lado da data der nascimento figurava também a data do nosso fim.
Pai, não achas que era mais fácil saber o tamanho da nossa vida? Quantos dias e quantas noites, quantos aniversários, quantos natais.
Imagina tu as pessoas a organizarem as suas vidas dentro do tempo que lhes calhou! Olhavam para os anos e diziam, eu existo daqui a acolá. Não, já não pode ser, nessa data já cá não estou, tem que ser antes.
E imagina o que era nós não adiarmos nada para quando já não fosse possível e fazermos tudo dentro dos limites da nossa existência.
E imagina tu o que era podermos saber quanto tempo tínhamos para nos amarmos e para nos queremos bem. E assim não precisávamos de achar que somos maiores do que a própria vida, assim sabíamos, porque estava escrito, que éramos simples mortais e por causa dessa certeza usávamos o tempo serenamente. E no próprio dia, à hora marcada, depois de uma vida inteira habituados a essa expiração e sem termos medo de morrer, despedíamo-nos de todos como se nos fôssemos deitar.»
quinta-feira, 9 de abril de 2015
De papo prò ar
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Novo look?
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