sexta-feira, 17 de abril de 2015

Linda, de facto


É a representação de uma jovem mulher a dormir e Linda é seu nome. Trata-se de uma escultura em polivinil adquirida pelo Museu de Arte de Denver em 1984.
Poucas são as vezes que esta escultura tem estado exposta dada a fragilidade do material em que é feita (alta sensibilidade à luz).
Há seis anos que não era exposta, encontrando-se agora em exposição no Edifício Hamilton em Denver, até ao próximo dia 21 de junho.
O seu autor John De Andrea, escultor natural e residente em Denver, Colorado, EUA, tornou-se célebre pela expressividade e realismo que dá aos seus trabalhos - em especial o nu feminino - em polivinil, plástico e fibra de vidro.

Ontem, na Denver Post TV, Ray Mark Rinaldi fala sobre esta obra de Arte.

Foto: Denver Art Museum
  

Advogado do diabo


Não é fácil - nada fácil! - defender (ou representar, como um comentador deste artigo disse, e bem) um arguido de um processo-crime hediondo. É bem mais fácil defender uma vítima de crime.
Não me refiro apenas ao processo em si, mas às alterações que provoca a nível psíquico e emocional no próprio advogado por mais "calejado" que ele seja. Já para não falar no julgamento em praça pública do próprio advogado, por quem não tem respeito nem conhecimento da Lei. Para esses "juízes" todo o arguido acusado de um crime dessa natureza (hedionda, seja lá o que isso for) deveria ser imediatamente eliminado, à semelhança do que se fazia há 200 ou 300 anos atrás. E o assunto ficava resolvido. Ou não.


Foto: João Santos


terça-feira, 14 de abril de 2015

Fatura da sorte dá mais Prémios!


É notícia de última hora da sempre bem colocada Imprensa Falsa:
«O concurso Fatura da Sorte alargou a sua lista de prémios. Agora, para além do Audi, o contribuinte fica também habilitado a ganhar as dívidas do estabelecimento onde pediu fatura.»
Estes governantes não param de nos surpreender, são uma gracinha!




Com licença!


Esta onda não é pra mim. Parece ser esta, se não a frase, pelo menos o pensamento deste surfista batendo inteligentemente em retirada.
A ação passa-se na Nova Gales do Sul, Austrália, em que um centro bastante cavado de baixa pressão provocou ondas enormes.


Foto: Will Burgess / Reuters


domingo, 12 de abril de 2015

Nada mais havendo a acrescentar... Há que refletir


Refletir, é o convite que nos faz este texto magistralmente escrito por Vítor Encarnação na sua crónica desta semana no Diário do Alentejo:
 «A data da morte
Pai, não seria melhor se soubéssemos a data da nossa morte logo quando nascemos?
A certidão de nascimento podia ter também uma declaração de longevidade com dia e hora marcada. E quando fôssemos tirar o cartão de cidadão, ao lado da data der nascimento figurava também a data do nosso fim.
Pai, não achas que era mais fácil saber o tamanho da nossa vida? Quantos dias e quantas noites, quantos aniversários, quantos natais.
Imagina tu as pessoas a organizarem as suas vidas dentro do tempo que lhes calhou! Olhavam para os anos e diziam, eu existo daqui a acolá. Não, já não pode ser, nessa data já cá não estou, tem que ser antes.
E imagina o que era nós não adiarmos nada para quando já não fosse possível e fazermos tudo dentro dos limites da nossa existência.
E imagina tu o que era podermos saber quanto tempo tínhamos para nos amarmos e para nos queremos bem. E assim não precisávamos de achar que somos maiores do que a própria vida, assim sabíamos, porque estava escrito, que éramos simples mortais e por causa dessa certeza usávamos o tempo serenamente. E no próprio dia, à hora marcada, depois de uma vida inteira habituados a essa expiração e sem termos medo de morrer, despedíamo-nos de todos como se nos fôssemos deitar.»

 


quinta-feira, 9 de abril de 2015

De papo prò ar


Após um longo e rigoroso inverno, eis que as temperaturas amenas regressam e este burro não hesitou em desfrutá-las.
A cena passa-se no jardim zoológico de Varsóvia, Polónia.


Foto: Czarek Sokolowski / Associated Press


quarta-feira, 8 de abril de 2015

Novo look?


Não, não é.
Robert Mugabe, presidente do Zimbabwe, continua com cabelo curto e sem usar brincos.
Esta fotografia, trata-se de um enquadramento curioso, foi tirada hoje à sua chegada ao aeroporto de Pretória na visita oficial à África do Sul.


Foto: Associated Press


À carga!


Mil e quinhentos quilos de bisonte investem a fim de colocar os pontos nos is sobre quem manda ali.
Por mero acaso - e sorte - o desafio não era para o fotógrafo, mas sim para outros bisontes que se encontravam nas redondezas.
"Felizmente para mim, ele não tentou fazer valer a sua posição dominante em direção ao meu carro", disse o fotógrafo já sem gaguejar.
  
Foto: Marc Latremouille / Media Drum
 

sábado, 4 de abril de 2015

Vamos balhar?


Eu ia, se estivesse em Portugal.
No próximo sábado, 11 de abril, o grupo de teatro Judicus realiza na Casa do Povo da Cabeça Gorda o «2º Baile à Moda Antiga».
Confesso que não tive conhecimento do 1º Baile, mas a ideia é brilhante!
A dança moderna é - como tudo na vida - uma evolução dos tempos, mas estou, nesta matéria da dança, agarrada ao meu passado. Gosto muito mais dos bailes do meu tempo que das danceterias de hoje. No meu tempo a dança no baile pressuponha sempre um par em que os corpos se moviam mais ou menos colados um ao outro sob a cadência da música. Hoje os corpos movem-se cadenciadamente mas individualmente, separados, distantes.
Outros tempos, outras modas, outros gostos.

«Eu quero bailar
Quero-te abraçar assim do meu jeito
Quero estar juntinho,
Muito agarradinho num amor perfeito
Quero-te beijar quero-te sentir no meu coração
Sentir o teu beijo, com o meu desejo cheio de paixão.»

"Vamos Dançar", Diapasão



sexta-feira, 3 de abril de 2015

Sexta-feira Santa


«Chegada a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra até à hora nona. À hora nona bradou Jesus em alta voz: 'Eloí, Eloí, lamá sabactâni'? que quer dizer, Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste? Alguns que ali estavam, ouvindo isto, disseram: Ele chama por Elias. Um deles, correndo, ensopou uma esponja em vinagre e, pondo-a numa cana, deu-lhe de beber, dizendo: Deixai, vejamos se Elias vem tirá-lo. Jesus, dando um grande brado, expirou. O véu do santuário rasgou-se em duas partes de alto a baixo. O centurião, que estava em frente de Jesus, vendo-o assim expirar, disse: Verdadeiramente este homem era Filho de Deus.»
Texto: Livro Sagrado, Bíblia, São Marcos 15:33-39
 
Imagem: Peter Paul Rubens