quarta-feira, 8 de abril de 2015

Novo look?


Não, não é.
Robert Mugabe, presidente do Zimbabwe, continua com cabelo curto e sem usar brincos.
Esta fotografia, trata-se de um enquadramento curioso, foi tirada hoje à sua chegada ao aeroporto de Pretória na visita oficial à África do Sul.


Foto: Associated Press


À carga!


Mil e quinhentos quilos de bisonte investem a fim de colocar os pontos nos is sobre quem manda ali.
Por mero acaso - e sorte - o desafio não era para o fotógrafo, mas sim para outros bisontes que se encontravam nas redondezas.
"Felizmente para mim, ele não tentou fazer valer a sua posição dominante em direção ao meu carro", disse o fotógrafo já sem gaguejar.
  
Foto: Marc Latremouille / Media Drum
 

sábado, 4 de abril de 2015

Vamos balhar?


Eu ia, se estivesse em Portugal.
No próximo sábado, 11 de abril, o grupo de teatro Judicus realiza na Casa do Povo da Cabeça Gorda o «2º Baile à Moda Antiga».
Confesso que não tive conhecimento do 1º Baile, mas a ideia é brilhante!
A dança moderna é - como tudo na vida - uma evolução dos tempos, mas estou, nesta matéria da dança, agarrada ao meu passado. Gosto muito mais dos bailes do meu tempo que das danceterias de hoje. No meu tempo a dança no baile pressuponha sempre um par em que os corpos se moviam mais ou menos colados um ao outro sob a cadência da música. Hoje os corpos movem-se cadenciadamente mas individualmente, separados, distantes.
Outros tempos, outras modas, outros gostos.

«Eu quero bailar
Quero-te abraçar assim do meu jeito
Quero estar juntinho,
Muito agarradinho num amor perfeito
Quero-te beijar quero-te sentir no meu coração
Sentir o teu beijo, com o meu desejo cheio de paixão.»

"Vamos Dançar", Diapasão



sexta-feira, 3 de abril de 2015

Sexta-feira Santa


«Chegada a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra até à hora nona. À hora nona bradou Jesus em alta voz: 'Eloí, Eloí, lamá sabactâni'? que quer dizer, Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste? Alguns que ali estavam, ouvindo isto, disseram: Ele chama por Elias. Um deles, correndo, ensopou uma esponja em vinagre e, pondo-a numa cana, deu-lhe de beber, dizendo: Deixai, vejamos se Elias vem tirá-lo. Jesus, dando um grande brado, expirou. O véu do santuário rasgou-se em duas partes de alto a baixo. O centurião, que estava em frente de Jesus, vendo-o assim expirar, disse: Verdadeiramente este homem era Filho de Deus.»
Texto: Livro Sagrado, Bíblia, São Marcos 15:33-39
 
Imagem: Peter Paul Rubens


quinta-feira, 2 de abril de 2015

Fiat lux


Não há mal que nunca acabe, é o desejo de todos nós.
A newsletter do Município de Beja de hoje anuncia que a Câmara de Beja vai reparar as estradas danificadas pelas obras da EDIA.
Louvável a atitude da Câmara?
Sem dúvida.
Tardia?
Não, em relação à reparação. Quanto à manutenção houve desleixo, como aqui já dissemos.
As obras de reparação - diz a newsletter - irão decorrer a partir da próxima terça-feira, 07, entre as 07H e as 19H e por um período previsível de 2 semanas.
Durante este período deverão os automobilistas utilizar como alternativa a EN 391 pela Salvada ou a EM 512 por Baleizão.

Foto: Carlos Cascalheira


quarta-feira, 1 de abril de 2015

A mentira


Hoje é dia das mentiras.
Para assinalar este dia nada melhor que este anúncio publicitário de um antigo banco português.
O grande Poeta popular António Aleixo dizia:
Pra mentira ser segura
E atingir profundidade
Tem que trazer à mistura
Qualquer coisa de verdade.

Confesso que não consigo vislumbrar uma ponta de verdade neste anúncio.




terça-feira, 31 de março de 2015

Sombras do passado


É este o título desta fotografia artística do búlgaro Lyubomir Bukov.
No oriente, em especial no Japão, os velhos são olhados pelos mais jovens com respeito, são sinónimo de saber e de muita experiência acumulada.
Em Portugal são empecilhos que nunca mais nos desamparam a loja...
Só estorvam.
Nós, portugueses, somos muito... Como hei-de dizer, inteligentes!


Foto: Lyubomir Bukov


segunda-feira, 30 de março de 2015

Cogumelos alucinogénicos


Desconheço se são comestíveis ou não.
Mas que nos causam alucinações quando para eles olhamos, não haja dúvida.
Foram descobertos em Cockley Cley, Norfolk, UK, por Jonathan Revett em 2000 que os achou estranhos. Os cogumelos pareciam-se a um homem – cabeça, braços e pernas – mas foram considerados, nessa altura, como cogumelos estrela-do-mar, muito comuns nesta região britânica.
Nada convencido com essa ideia de cogumelo estrela-do-mar, recolheu amostras que mandou analisar em laboratório científico. Mais tarde chegou a resposta que ele esperava: a espécie é nova! Foi-lhes dado o nome de geastrum britannicum.

Foto: Caters News Agency


Tordesilhas


Tratado assinado na localidade espanhola de Tordesillas, em 07-06-1494 entre o Reino de Portugal e o Reino de Espanha.
Neste Tratado ficou definido quais as terras descobertas e a descobrir (fora do continente europeu) que pertenceriam a cada Reino. Para balizar essas pertenças definiu-se o Meridiano de Tordesilhas que dividia o nosso planeta em duas partes mais ou menos iguais, uma portuguesa outra espanhola.
Comparar o poder destas duas nações de então com o poder que hoje têm, dá vontade de chorar. Esta frase nada tem de colonialista ou imperialista. Quer os portugueses quer os espanhóis antes de partirem para a "descoberta" não tinham impérios, não tinham colónias.
Mas tinham algo que hoje já não temos...
A foto que ilustra este texto não é a linha que dividiu o mundo entre Portugal e Espanha; É uma fissura com uma extensão de centenas de metros no lago gelado de Baical, na Rússia
.

Foto: Alexey Trofimov / Solent News


domingo, 29 de março de 2015

2 ou 3 Coisas


É nome de blogue.
O seu dono - Embaixador Francisco Seixas da Costa - tem um humor refinado quer me encanta.
Sem sua autorização, mas creio que se não vai importar, transcrevo esta sua nota de hoje.

«Sexo literário
Foi no Maputo, há já uns anos.
A lista dos condecorados era longa e o respectivo leitor, de nacionalidade portuguesa, era, manifestamente, uma pessoa pouco sensível às letras moçambicanas. Assim, sem hesitação, anunciou a certa altura da solenidade: "E agora, vai receber a ordem X a Senhora Dona Mia Couto".
Um frémito de embaraço e riso sacudiu a audiência. Mia Couto, o excelente escritor de Moçambique, afivelou um sorriso por detrás dos óculos e da barba, encaminhando-se para o palco onde o presidente português o aguardava, também este um pouco incomodado com a inesperada feminização do agraciado.
Um colega meu, de graça rápida, logo deixou cair, baixo: "Ainda bem que hoje não é condecorada a Senhora Dona Sara ... Mago!".
»

Francisco Seixas da Costa, 2 ou 3 coisas, 29/03/2015