sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Grande bigode
É o maior do mundo, dizem.
Tem 250 metros de largura e situa-se próximo do aeroporto de Southampton, em Hampshire.
Como se situa num corredor de aproximação à pista do aeroporto, calcula-se que vai ser visto, ao longo do mês de novembro, por cerca de 130 mil passageiros.
Foto: UAViate / Solent News
Vai um cafezinho?
Quando for a Londres não deixe de visitar um dos muitos estabelecimentos onde pode apreciar um bom café, é a famosa casa Costa pertencente ao Whitbread Group PLC.
Têm café para todos os gostos, onde não falta a nossa típica "bica ou cimbalino" - Espresso Coffee - e o Flat White artisticamente decorado (na foto).
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Adeus
Foi um prazer estar convosco, mas vamos pregar para outro lado.
Já comprámos o bilhete - só de ida - e vamos para Marte.
Prometemos mandar um postalzinho e ficamos à espera da Vossa visita.
Adeus.
Reflexos de outono
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Que susto!
Que estranha forma de vida
Quinta-feira passada em Londres, por volta das 09 horas, alguém resolveu furtar um autocarro de dois pisos.
O que passa pela cabeça deste indivíduo, pegar num autocarro (nada pequeno) e conduzi-lo batendo aqui, ali e acolá pelas ruas de Londres em plena hora de ponta?
É um desejo desde criança?
É loucura?
Não sei explicar e duvido que ele saiba.
Fonte: The Independent
sábado, 25 de outubro de 2014
Arranja-me um emprego
Arranja-me um emprego
pode ser na tua empresa
concerteza
que eu dava conta do recado
e para ti era um sossego
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Amor é...
Da Revista online Subversa, outubro 2014, transcrevemos com gosto e com apenas este comentário:
Publique-se.
«Manifesto das Distâncias
Fica terminantemente proibido o afastamento do namorado e da namorada por mais de 20 (vinte) dias, a contar das lágrimas da ida até o momento do reencontro. Em casos de obrigação de afastamento por motivo profissional, o afastado fica livremente convidado a enviar mensagens de amor ao remanescente, que de modo geral deve responder satisfeito e fazer o afastado sentir-se bem, mesmo longe, preferencialmente aliviando-lhe a culpa de se ter afastado. O afastado fica carinhosamente instruído a não sobrecarregar o remanescente de preocupações e ciúmes desnecessários, poupando-o da dor do desconhecido e do medo de perder o seu amor durante o afastamento. O remanescente também não deve criar motivos propositadamente agoniantes no afastado, e colaborar durante o período da espera com compreensão, carinho e sobretudo bastante saudade.
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| Imagem: girl-ballon-bansky |
Em casos de noivado, os dias de afastamento podem-se estender até o período máximo de 30 (trinta) dias, comprometendo-se afastado e remanescente a aproveitarem o momento para cuidar de si e da sua individualidade antes da experiência do casamento, preferencialmente tendo preparado uma surpresa agradável. Todas as recomendações acima descritas a respeito das investidas no contacto amoroso, mantém-se. As empresas públicas, privadas e mistas estão terminantemente proibidas de contratar noivos ou noivas para trabalhar em outra cidade, se ambos não estiverem de acordo. Em caso de discórdia amorosa em relação ao local de residência, a instituição contratante fica responsável por recolocar o profissional em cargo semelhante ou superior ao antigo.
Em caso de grandes amores dificultados pela distância, poderá ser ativado o aviso de calamidade afetiva, em que as imobiliárias, as agências de emprego e inclusive os bancos públicos e privados devem contribuir e facilitar a vida do casal onde quer que queiram fixar as suas vidas, impedindo que a rotina árdua de adaptação desgaste o relacionamento.
Em casos de amores que se comprove grande dispêndio de energia, dinheiro e tempo em função de sucessivos afastamentos, em que ambos estão deslocados de sua residência, mesmo tendo sido acionado o aviso de calamidade afetiva, a natureza, os búzios, os autos de fé e os anjos da guarda devem unir-se numa só força e conspirar a favor do relacionamento até quando ainda existir amor, mesmo que diminuído pela luta diária que é a vida.»
Morgana Rech (Porto Alegre, RS, Brasil) é psicóloga, mestre em Teoria da Literatura e escritora
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Lacoste?
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