terça-feira, 17 de junho de 2014
Primeira Comunhão
Do Boletim Paroquial de Quintos «O Sino» do corrente mês, retirámos e montámos o texto com o título «Primeira Comunhão», da página 4.
As fotografias foram retiradas do facebook.
sábado, 14 de junho de 2014
O cão e a promessa
De
Quintos recebemos um e-mail a relatar a vida de um cão. Não o
transcrevemos para falta de autorização, mas aqui deixo um breve
resumo.
Há uns anos apareceu pelo Monte dos Pisões um cão esquelético. Era apenas pele e osso.
No Monte dos Pisões vivem praticamente só reformados mas com o pouco que lhes resta das suas refeições foram alimentando o cão. Com o passar do tempo este tornou-se robusto e bonito. Era um cão grande.
Há dias um jovem agricultor da Cabeça Gorda pediu o cão com o argumento que os larápios lhe andavam a sondar uma propriedade e necessitava de um guarda (cão). Prometeu bom trato, comida da boa, etc. Era o euromilhões para o cão.
Esta semana levou o cão.
Esta semana, também, soube-se que ele matou o cão com um tiro.
Suspeitava que o cão lhe andava a perseguir as ovelhas e como tal pediu-o com falsa promessa, para o abater.
Naturalmente os habitantes do Monte dos Pisões estão revoltados com este crime hediondo. Mas estão impotentes. Podiam denunciar o caso às autoridades, mas com que provas?!
Estou muito longe de Portugal, caso contrário este bárbaro ato sairia muito caro ao jovem agricultor.
Há uns anos apareceu pelo Monte dos Pisões um cão esquelético. Era apenas pele e osso.
No Monte dos Pisões vivem praticamente só reformados mas com o pouco que lhes resta das suas refeições foram alimentando o cão. Com o passar do tempo este tornou-se robusto e bonito. Era um cão grande.
Há dias um jovem agricultor da Cabeça Gorda pediu o cão com o argumento que os larápios lhe andavam a sondar uma propriedade e necessitava de um guarda (cão). Prometeu bom trato, comida da boa, etc. Era o euromilhões para o cão.
Esta semana levou o cão.
Esta semana, também, soube-se que ele matou o cão com um tiro.
Suspeitava que o cão lhe andava a perseguir as ovelhas e como tal pediu-o com falsa promessa, para o abater.
Naturalmente os habitantes do Monte dos Pisões estão revoltados com este crime hediondo. Mas estão impotentes. Podiam denunciar o caso às autoridades, mas com que provas?!
Estou muito longe de Portugal, caso contrário este bárbaro ato sairia muito caro ao jovem agricultor.
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Temos carácter. Somos alentejanos!
Nada
acrescento porque se o fizesse iria tirar beleza ao texto de Hernâni
Matos, apenas digo: subscrevo!
«Temos
carácter. Somos alentejanos!
Muitos
de nós, andamos cansados, pelos mais diversos e respeitáveis
motivos. Todavia, a eminência de expulsão dos bofes não é
compatível com o verbalismo retórico.
A
ameaça de ingresso na zona meã da temperatura a que ferve o ângulo
recto, ceifa-nos, quer por baixo, quer por cima. Mas isso, não
importa. Somos neo-realistas obstinados, anarco-libertários do
rebimba-ó-malho, à prova de combustão, seja ela qual for.
Somos
homens e mulheres de sequeiro, que bebemos das raízes que mergulham
no barro e no xisto e, quando é necessário, na dureza fria do
mármore.
Não
abdicamos, nem nos vendemos, nem tão pouco nos rendemos. O nosso
lugar, é aqui.
Temos
carácter. Somos alentejanos.
Recomendamo-nos!»
Hernâni
Matos in Do_Tempo_da_Outra_Senhora, 26/07/2011
O mundo é pequeno...
«De acordo com os jornais brasileiros, alguns estádios ainda não estão prontos, o que representa um motivo de orgulho para Portugal. Significa que os brasileiros retiveram algumas das nossas características mais encantadoras. (...) Parece que os manifestantes preferem hospitais e escolas para acolher condignamente os cidadãos a estádios para acolher condignamente o Bósnia e Herzegovina – Irão. Confesso que não sei a quem é que eles saem assim. Alguma coisa correu mal na nossa colonização.»
Ricardo Araújo Pereira in revista Visão 12/06/2014
Hoje, mais um dia de luto
Falta-nos tudo, força, coragem, vontade de viver.
Já nos roubaram tudo.
O Pedro S. Guerreiro escrevia assim, ontem, no Expresso:
«Hoje. Ao fundo, um homem sai de um gabinete. O gabinete do chefe. Do ex-chefe. Do ex-chefe que ainda é chefe, ex é ele: ex-empregado. Acaba de ser despedido. É um de um rol de muitos, um nome a mais numa lista, uma fila a menos numa folha de cálculo. Sai calado, pelo espaço aberto, outros olhos viram-se primeiro para ele, depois para baixo. Outro nome é chamado, lá vai ele, o mesmo gabinete, o mesmo destino. Hoje a empresa não é uma empresa, é um matadouro. Morrem empregos. Saiu nas notícias e tudo. É um dia na vida.
A vida já continuará, mas hoje não. “Fui eu? Foram eles? O que fiz de errado? O que farei agora? Como vou dizer? Como vou fazer? Quero um abraço. Não quero ver ninguém. Quero viver. Quero morrer. Merda para isto. Respira fundo. Mas para quê? Rosna. Chora. Põe-te de pé! Desaba… Com esta idade? Com esta idade.”»
Pedro Santos Guerreiro in Expresso, 11/06/2014
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| Foto: José Sarmento Matos in Público |
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Canal História
Antigamente
na freguesia de Quintos, na época dos Santos populares, havia vários
mastros e respetivos bailaricos. Nos anos sessenta do século passado
era comum encontrar mastros em várias ruas da aldeia, mastro nos
Montes Novos, Monte do Padre, Monte Corvo e Pisões.
Hoje
não há qualquer mastro em Quintos, também já não há freguesia
pelo mesmo motivo...
Contra
a nossa vontade, fomos absorvidos pela freguesia da Salvada, é um
facto consumado e como tal “bola prà frente!” como dizem os
nossos irmãos brasileiros; A Salvada está em Festa! 14, 20 e 28 de
junho há Mastros Populares na Praça 5 de Outubro.
Apareça
e será sempre bem-vindo!
terça-feira, 10 de junho de 2014
D Day
Para homenagear o 70º aniversário do desembarque na Normandia, Peter Macdiarmid, fotógrafo da Getty Images, fotografou paisagens atuais para mesclar com célebres imagens do desembarque no dia 6 de junho de 1944.
A foto (montagem) favorita do fotógrafo - e a minha também, passe a imodéstia - é esta que retrata um fontanário na aldeia Saint-Marie-du-Mont, França.
A foto (montagem) favorita do fotógrafo - e a minha também, passe a imodéstia - é esta que retrata um fontanário na aldeia Saint-Marie-du-Mont, França.
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| Foto: Peter Macdiarmid / Getty Images |
Um Homem de luta
Não
é fácil ser-se bispo, padre ou diácono numa terra em que a maioria
das pessoas estão de costas voltadas para a Igreja. Dizem-se
católicas, mas não frequentam a Igreja. Quintos é uma terra
dessas.
Mas
há sempre quem resista e lute para inverter esse marasmo, e o
Diácono José Rosa Costa é um deles.
Homem
respeitado na sua terra (Quintos) tudo tem feito para convencer a
população que a Igreja é de Todos e para Todos. Com pouco sucesso,
é verdade, mas aqui fica a minha humilde gratidão pelo trabalho,
dedicação e proclamação da Palavra de Deus que tem feito.
Do
Boletim Paroquial de Quintos “O Sino” do mês em curso, retirámos
o seguinte texto que aqui publicamos com a devida vénia:
SALVÉ
29 DE JUNHO!
A
Igreja celebra neste dia a Solenidade dos Apóstolos S. Pedro e S.
Paulo.
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Foto
gentilmente cedida por Elsa Costa
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Também
para mim, esta data marca efusiva e profundamente a minha vida de
cristão, porque naquele memorável 29 de junho de 1996, na igreja
catedral de Beja, recebi o sacramento da Ordem, no grau de diaconado,
conferido pelo senhor D. Manuel Franco Falcão, de grata memória,
que, apostando nas minhas humildes capacidades, me concedeu tão
grande mercê e a grave responsabilidade que implica este ministério
ordenado.
Dezoito
anos passados, continuo a desempenhar a minha missão com o mesmo
fervor, não obstante as limitações que a idade impõe, louvando e
dando graças a Deus por me ter escolhido, e é com saudade que
recordo este insigne bispo, a quem peço que continue a interceder
por mim junto do Supremo Diácono do Pai, Jesus Cristo, e dos Santos
Pedro e Paulo, para que eu continue como homem e como diácono a
servir fielmente, e pela obediência, a Santa Igreja, até ao limite
das minhas forças físicas e intelectuais e da vontade de Deus, com
a confiança do meu bispo, senhor D. António Vitalino, e do seu
presbitério.
Hoje,
tal como no dia 29 de junho de 1996, continuo a entregar o meu múnus
diaconal à proteção e ao amor da minha querida Mãe do Céu, a
Virgem Santa Maria, com a mesma alegria, o mesmo entusiasmo e a mesma
confiança. DEO GRATIAS!
Diácono
José Rosa Costa in «O Sino» junho de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Salário Mínimo
A Austrália aumentou o salário mínimo para 436,24 euros, que entrará em vigor no próximo 01 de julho.
Segundo a ABC há cerca de 1,5 milhões de australianos a auferir o salário mínimo.
"A deterioração das condições de vida dos assalariados, as necessidades dos que recebem o salário mínimo e a melhoria da produtividade laboral favoreceram o aumento dos vencimentos mínimos", explicou Iaian Ross, presidente da comissão de trabalho.
Uma pequena nota, o salário mínimo na Austrália é semanal.
Fonte: Lusa, via jornal i
domingo, 1 de junho de 2014
A Europa sabe pescar, yo!
Para
refletir:
“Se
a Europa me explica com todo o detalhe como é que se deve pescar um
peixe-espada, mas não me diz nada sobre como salvar um imigrante que
se afoga, isto quer dizer que alguma coisa está a correr mal.”
Matteo
Renzi, primeiro-ministro italiano citado por Teresa de Sousa no seu
artigo de opinião no Público de hoje.
Vale
a pena ler o artigo da Teresa de Sousa.
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Foto:
Agence France-Presse
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